Também verificamos
Análises que rodaram e não acharam ninguém para investigar agora, que não se aplicam a esta carteira, ou que vão para o acompanhamento consultivo.
Clique numa barra, num cartão ou numa célula para ver os clientes, com o motivo e o que fazer.
Limite de R$ 4,8 mi: quem passa e quando
Faturamento acumulado em · real até , faixa projetada até dezembro. Somamos matriz e filiais por empresa e repetimos três ritmos: o do último mês, a média dos últimos 3 meses e a média do ano.
Sublimite de R$ 3,6 mi: quem passa e quando
Mesma leitura, agora contra o sublimite. Acima dele, ICMS e ISS saem do DAS e são recolhidos por fora: o Simples vira “híbrido” e a carga sobe. Quem já aparece no limite de R$ 4,8 mi não repete aqui.
Como ler este radar
Robusto: a alternativa sai mais barata até no pior canto das premissas. Provável: no cenário-base. O lucro estimado pelos dados é um teto (faltam custos): por isso “ir para o Lucro Real” pode ser afirmado com robustez, e “sair do Lucro Real” só quando o lucro real passar de um limite (mostrado na lista). Compras, créditos, ISS, encargos e outras despesas não vêm nos dados: viram faixa de 0 a 100%, e você calibra no simulador abaixo.
Calibre e veja: o mesmo cálculo, com as suas premissas
Escolha uma empresa e mexa nas premissas que os dados não trazem. As barras mostram o imposto anual nos três regimes; a linha mostra o custo do Lucro Real conforme a margem.
Fator R e pró-labore: o custo que a comparação esconde
No Simples, a atividade com Fator R paga pelo Anexo III (a partir de 6%) só se folha + pró-labore chegar a 28% da receita; abaixo disso, paga pelo Anexo V (a partir de 15,5%). Quem não tem folha chega aos 28% pelo pró-labore, e o pró-labore paga INSS do sócio (11%, até o teto) e IRPF: um custo fora do DAS que a comparação entre regimes não mostrava. No Presumido, o pró-labore mínimo paga também o INSS patronal de 20%.
| Cliente | Anexo hoje | Pró-labore para 28% | Simples de verdade DAS + INSS + IRPF | Presumido com pró-labore mínimo | Leitura |
|---|
Carga acima dos pares
Carga dos últimos 12 meses (imposto ÷ faturamento). Faixa cinza: do 10º ao 90º percentil de empresas com o mesmo regime e setor; traço = mediana.
Carga que vem subindo
Quatro trimestres seguidos (cada janela de 3 meses contém um fechamento de trimestre, então quem paga trimestralmente não vira alarme falso).
Altas seguidas
Os últimos 13 meses; o trecho destacado é a sequência de meses subindo.
Quedas seguidas
Quedas quase totais (acima de 80%) ficam fora: parecem atividade parada, não movimento comercial.
O que a carteira mostrou no mês: o movimento do total, os recortes por setor, porte e grupo, e os sinais de cada cliente. O teto do Simples, o regime e a carga estão no Radar da Carteira.